Missão Paraguai - 2026 - Kevin

Missão Paraguai: Quando a Vocação Encontra a Obediência

Por cerca de 12 dias, fomos enviados ao campo missionário em uma experiência que marcou nossa fé, nossa visão espiritual e, principalmente, confirmou nossa vocação em Deus. Essa missão foi realizada por meio da Agência Missionária Antioquia, e desde o primeiro dia ficou claro: não seria apenas uma viagem, mas um chamado vivido na prática.

 Um Campo Preparado por Deus

Nossa atuação aconteceu majoritariamente no Paraguai, onde desenvolvemos diversos trabalhos evangelísticos em praças, assentamentos e comunidades locais. Além disso, tivemos a oportunidade de visitar uma tribo indígena localizada na região de São Miguel, uma localidade próxima à área onde estávamos atuando — o que ampliou ainda mais nossa visão sobre a diversidade cultural e espiritual do campo missionário.

Cada deslocamento, cada encontro e cada porta aberta deixavam evidente que Deus já estava à frente, preparando corações e conduzindo cada detalhe.

 Devocionais e o Tema da Vocação

Todos os dias, sem exceção, começávamos com momentos de devocional, nos quais o tema central era a vocação. Esses tempos foram essenciais para alinhar nosso coração, fortalecer nossa fé e nos lembrar de que missão não começa no campo — começa no secreto, diante de Deus.

Ali entendemos, de forma muito clara, que não fomos enviados por acaso. Somos chamados, escolhidos e enviados pelo Senhor, não por mérito, mas por graça e propósito.

Evangelismo, Cultos e o Agir de Deus

Durante a missão, vivemos inúmeros momentos marcantes:

– Evangelismo casa a casa

– Cultos em praças públicas

– Culto de impacto noturno na praça

– Trabalhos com crianças

– Evangelismo em comunidades e assentamentos

– Ministração da Palavra e tempos de oração

Visitamos dois assentamentos de forma mais direta.

No primeiro, realizamos um culto especialmente voltado para as crianças, onde vimos alegria, atenção e corações abertos para ouvir sobre Jesus. Foi um momento simples, mas profundamente espiritual.

No segundo assentamento, fomos chamados para um culto, e ali tive a oportunidade de pregar a Palavra de Deus. Com temor, dependência total do Espírito Santo e consciência da responsabilidade espiritual, a mensagem foi anunciada para a edificação do povo. Foi um tempo onde sentimos claramente a presença de Deus se manifestando, tocando vidas e confirmando que Ele honra aqueles que obedecem ao Seu chamado.

Pela manhã, nesse mesmo contexto, realizamos evangelismo direto, no qual vivemos experiências espirituais intensas e profundas, com discernimento espiritual e a clara percepção do agir de Deus em nosso meio.Batalhas Espirituais Reais

Não podemos falar dessa missão sem mencionar as batalhas espirituais que enfrentamos. Elas foram reais, intensas e constantes. O inimigo se levantou porque o Evangelho estava avançando e tocando áreas onde ele não queria perder território.

Entendemos, na prática, que quando a luz chega, as trevas se incomodam. Mas também vimos que não vencemos pela força humana, e sim pela autoridade do nome de Jesus, por meio da oração, da unidade e da obediência.

Cada confronto espiritual nos levou mais fundo em Deus. Cada resistência nos ensinou a depender ainda mais do Senhor.

As Mãos de Deus em Cada Detalhe

Ao longo de toda a missão, pudemos enxergar claramente as mãos de Deus em cada trabalho realizado. Nada foi por acaso. Cada encontro, cada palavra liberada, cada oração feita revelou que Deus estava operando — antes, durante e depois de nós.

Voltamos com a certeza de que o Senhor estava presente em todos os momentos, conduzindo, protegendo e usando cada integrante da equipe para a expansão do Seu Reino.

Tudo para a Glória de Jesus

Tudo o que foi feito, vivido e experimentado teve um único objetivo: honrar e glorificar o nome do Senhor Jesus Cristo. Não fomos em busca de reconhecimento, experiências vazias ou emoções passageiras, mas para obedecer à voz daquele que disse: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho.”

Essa missão não terminou no retorno para casa. Ela continua em nós.
Porque missão não é um lugar — é um estilo de vida.

E a pergunta que ecoa após tudo isso é simples, mas profunda:

Você quer esse Evangelho?

O Evangelho que confronta, transforma, envia e custa tudo… mas entrega tudo em Cristo.

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